Deck: Purify Priest

O Sacerdote era de longe a pior classe de herói em Hearthstone depois da virada do ano do Kraken e o lançamento de uma Noite em Karazhan era a esperança de que a situação do pobre Anduin pudesse melhorar. A Blizzard, como se quisesse jogar sal nas feridas, lançou Purificar. A reação foi imediata: os jogadores de Sacerdote se sentiram traídos com isso e o card foi demonizado como um símbolo de que os desenvolvedores do jogo odiavam a classe.

Passam-se alguns meses e eis que surge a vingança da Blizzard – o deck Purify Priest (Purificar) se tornou não só um deck viável, mas um deck bem posicionado no formato. Muito se deve ao lançamento da Folhâmina Monstruosa (ou Monstrenga, como eu gosto de chamá-la), que permite ao deck, entre Vigia Anciente, Trôpego Sem-rosto e Defensor de Argus, ter uma curva de mana bem efetiva do turno 2 ao 4. Somado a esses lacaios de “bundas gordas”, o deck incorporou o combo de Espírito Divino com Fogo Interior, que se tornou bem mais consistente com as presenças do Sacerdote da Garra do Kabal e especialmente das Visões Sombrias.

Existem várias listas rodando por aí e a que eu optei por mostrar nesse vídeo é uma versão híbrida das listas usadas pelos prós Thijs e Noxious. Do primeiro eu incorporei Lyra, o Prisma Solar, uma excelente ferramenta contra os decks mais lentos, e o Piromante Selvagem, bom contra os decks ultra-agressivos e um combo com o Acólito da Dor; do segundo eu mantive 1 Protetora Solfúria para melhor estabilização de mesa, e o Barnes, que, para quem não sabe, interage muito bem com os efeitos de silenciar – o lacaio 1/1 invocado por ele retorna ao tamanho normal se silenciado.

Substituição de lendários no Purify Priest:

  • Barnes – Protetora Solfúria ou Palavra Sombria: Dor.
  • Lyra, o Prima Solar – Roubar Pensamentos, se optar por manter um card contra decks mais lentos; ou as mesmas opções do Barnes.